Claudicando...

Eu e o Palhaço...No túnel do tempo...





Um misto de ternura e bondade me invade...


Na porta entreaberta pelo vento uma sombra.


Sombra lenta e claudicante...


Claudicante como os passos de uma criança.


Criança que se perdeu no tempo passado...


Passado que se torna agora presente


Nos anseios infinitos de uma busca incoerente.


Por onde andam as ilusões perdidas?


Como trazê-las ao agora e torná-las vicejantes?


Debato-me na própria imagem vislumbrada...


Reflexo do que parecia ser naquele instante...


Um ser a claudicar ao sabor do vento e do tempo.






Texto da Autoria de Maria Claudete F.H.Batista
Plágio é Crime!

12 comentários:

✿ chica participou com o comentário número:

egal a foto e o poema lindo!beijos,tudo de bom,chica

♫*Isa Mar participou com o comentário número:

Oi Claudete, incrível coincidência, mas sabemos que elas não existem rsss esse seu poema fala de coisas que são o assunto de uma canalização minha que irá ao ar dentro de alguns dias
Alguns amigos já estão em poder dela e se virem tua postagem vão pensar o mesmo que eu... sintonia!
Antes tenho outras na frente, mas o dia que eu a postar você vai entender...nela contém uma meditação para que juntos possamos ir buscar nossas crianças e resgatar nossa inocência
Lindo poema!
Beijos pra ti com carinho!

Magui participou com o comentário número:

Quase um vai e vem de si mesma.Muito bom!

Everson Russo participou com o comentário número:

O bom da vida sao esses anseios infinitos que cabem no peito da gente,,,grande beijo de bom dia.

Elaine Barnes participou com o comentário número:

As vezes ainda me pergunto como pude viver de ilusões tanto tempo da minha vida.O resgate daquela criança é bem possível,ela só precisa de colo e amorosidade. Amei o seu claudicar! Montão de bjs e abraços

Anita "Menina Flor" participou com o comentário número:

Que bonito seu texto, nos remete a momentos de reflexão, de um tempo passado. Beijos Claudete

Alexandre Mauj Imamura Gonzalez participou com o comentário número:

Seus poemas são tão lindos...

realmente parecemos viver uma busca incoerente de algo que nem sabemos direito aonde está, ilusões que somem por causa das desilusões...

bjs e bom dia

Sergio Martins participou com o comentário número:

Brilhante poema! Essa a grande graça da vida: o poder de voltar a ser - criança. Bjs!

Adolescendo em Verso & Prosa participou com o comentário número:

Adoro o seu espaço...abraços carinhosos a ti.

Sueli participou com o comentário número:

Hoje está dando para fazer umas visitinhas rápidas, então resolvi visitar pelo menos os meus afilhados. Sua poesia proporciona-me entrar nela e então descubro que não existem nem mais lembranças das ilusões de outrora em minha vida. Não sei como consegui isto, mas acho que prefiro assim. Daqui para a frente, nada mais de ilusões... rs. Beijo grande!

Miguel participou com o comentário número:

Belas palavras minha cara, de fato, "por onde estão as ilusões perdidas".

Bj minha amiga, até outras vezes.

Marilu participou com o comentário número:

Querida amiga, é sempre tempo de resgatar a criança que muitas vezes deixamos adormecida dentro de nós. Claudicando seu passado, analisando erros e acertos, a Claudete de hoje se torna uma mulher forte para enfrentar todos os fantasmas do passado, que hpje nada mais são que ...cinzas. Tenha uma linda semana. Beijocas
Obrigada pelo seu carinho no meu novo blog.

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