Observo e Confesso





Observo que:

O dia chegou

O sol veio com ele

As nuvens são brancas

O céu é azul

Tudo parece igual

Minha alma exulta

Meu corpo responde

Ontem obscuro e manipulador

Hoje diáfano e inquiridor.

Confesso que:

Quero ver com os olhos da razão

Quero a convicção dos puros

Quero aquecer meu coração

Preciso expurgar a solidão.

Escrito por Maria Claudete



3 comentários:

Majoli participou com o comentário número:

Maria Claudete, que poesia mais linda, li e reli e declamei do lado de cá.

Parabéns pelo seu poetisar, é ímpar.

Beijos mil no seu coração.

O Profeta participou com o comentário número:

As cordas de uma viola vibraram
Beijaram os dedos ao tocador
Uma nota fugiu ao encontro da saudade
No refrão a canção tinha a palavra amor

Nunca ouviste a palavra amor
Nunca te encontrou a nota de uma violoncelo
Nunca se rasgou o teu deserto de silêncios
Nunca um som te fez sentir o quanto é belo

Bom fim de semana

Doce beijo

Anita participou com o comentário número:

Ah! Também me encantei com sua poesia, parabéns.

Bjss

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